sábado, 22 de novembro de 2008

Own!


Vou bem dizer que nossa filha chegou antes até do casamento. Nina é o nome. Uma coisinha pequena, bem cheia de penas e bolas laranjas nas bochechas. Adora colo, adora beijo, adora coceirinha no pescoço... Não fosse o ciúmes da Princesa da casa, ela estaria livre e solta se ajeitando por aqui. Os momentos de liberdade hoje são condicionados, nos ombros da mãe (eu!) ou do pai (ele, óbvio!), de cá pra lá, entre sementes de girassol e biscoitos crocantes.


Não sei explicar essa minha paixão por animais. Acredito ter vindo da infância, personalidade se formando, eu matando formigas por diversão e minha mãe, pra me livrar do então mau hábito, dizendo que "aquela ali, coitada, podia ser a mãe de filhinhos famintos num ninho qualquer". Uma coisa meio culpa, meio sentimentalismo. A questão é que logo em seguida passei a guardar pipocas doces pra tudo o que se movia em meu jardim. Daí pra parar o carro no meio da rua e tentar resgatar um perdido qualquer, foi um pulo.


Mas voltando, a foto fico devendo - o flash não favoreceu seus traços tão marcantes! Pra se ter alguma idéia, é a cara dessa aqui (mas ainda mais bonita, gente!):





Adoro esse olhar... me conquista!