quarta-feira, 27 de agosto de 2008

À segunda, terceira ou quarta vista, quem sabe?



Eu finalmente decidi que preciso mesmo experimentar coisas novas. Só que sem nunca abandonar as velhas. É que meu gosto por almoço em família e café na casa da sogra, nunca vai mudar! E de tanto ouvir um e outro falando da culinária japonesa, decidi me arriscar!

Já tinham me dito que sushi é equivalente ao açaí no quesito "amor à segunda vista"! Na primeira você acha tudo muito estranho. Na segunda, até gosta. E se ainda não gosta, fato: da terceira em diante vira paixão nacional na lista das preferências do seu paladar.

E eu simplesmente a-do-ro programinhas lights! Daqueles que se consegue juntar gente bacana, lugar tranquilo e boa música. A comida entra depois e, nesse caso, nesse sábado pra ser mais exata, o prato da noite foi o rodízio de chinesa e japonesa.

Ok, a idéia de ir foi minha! E vendo assim, todo aquele peixinho rosa e caramelo em cima do arroz-papa parece... assim... interessante. Então eu comecei pela chinesa que como com gosto e vontade! Fome já era meu nome do meio, como sempre às 19h de todos os dias! Pra não dizer que fui até lá e amarelei, arrisquei a primeira mordida no Temaki. Antes, lancei a ponta da língua no salmão. Senti aquela coisinha pegajosa e gelada e decidi comer com todo o resto, depois de ouvir um "o jeito é comer sem pensar no que é!". Bem estranho! Mas só até essas papilas gustativas suspirarem livres da tensão! Até que é mesmo bom!

O sushi com shoyu e wasabi ficou melhor. O sashimi ainda está em fase de aprovação nas lembranças que sobraram do nosso momento único - o primeiro peixe cru a gente nunca esquece! Essa têxtura de pêssego que rolava na boca sem querer descer, rumo estômago abaixo, ainda me fazem duvidar do seu gosto bom! Mas assumo: é muito melhor do que eu imaginava!


Na próxima vamos na mexicana. Mas juro, nada pessoal!



quinta-feira, 21 de agosto de 2008

Mas então...


Eu descobri mesmo muitas coisas nesses últimos dias!

A primeira é que o excesso de trabalho pra mim é igual a muito menos inspiração. E todos os dias em que eu chego em casa, tento buscar no fundo, logo ali, um motivo pra escrever algo legal, algum texto como antes, profundo e cheio de significados. Penso em flores, no meu casamento, na vida, em tudo o mais, até meu pensamento ser cortado por um susto sem sentido, uma cobrançazinha interna, aquela sensação de ter esquecido de fazer algo antes de cruzar a porta do hospital, sabem? É mais ou menos assim.

A segunda, é que preciso fechar os olhos pra tudo o que não posso resolver. Eis que depois de 15 dias de luta pra salvar um cachorro sarnentinho da rua, abro mão. E sento do outro lado do ônibus pra nem meus olhos passarem perto. Isso me deprime, juro!

Queria tanto uma vida igual da Princesa pra todo mundo lá fora... Seria mais ou menos assim:




E terceiro é que quando muito, muito cansada, em alguns dias do mês especialmente, fico carente. E nesse tipo de carência, sinto também ciúmes. Quando estou com ciúmes, preciso do quase-marido pra me acalmar. Dizer que sou a mulher da vida dele, que não vive sem mim, que sou a mais linda, mais gostosa, mais especial e maravilhosa do mundo. Coisa básica pro fim do dia de toda mulher! Haha!





[ E já que o nome do blog é Diário, a proposta muda aqui também! Sem tempo pra divagações, escrevo um pouco sobre coisa alguma. Tudo bem, eu me leio mesmo assim! ]



segunda-feira, 11 de agosto de 2008

Lição número 5.234




Pensava mesmo que a repetição levava à perfeição e essa busca incessante pelo melhor me fez chegar exatamente onde desejava. E agora daqui, ainda buscando mais e me cobrando como ninguém, me vejo na necessidade de abandonar o meu mundo por alguns segundos, olhar pra tudo isso do lado de fora e só depois então, com a cabeça fresca e um tanto menos de pré-determinações, voltar pra tranquilidade das certezas.

Verdade que exigir de si responsabilidades e correr atrás do sucesso só faz bem. Mas como tudo, o que é demais também cansa. E sabe, apesar de no dia de folga buscar livros e acreditar mesmo que no lugar onde estou os erros não são perdoáveis (vidas são sempre vidas - não há espaço pros enganos), já consigo abstrair pequenos detalhes e aprender que há tempo pra todas as coisas. O amanhã acaba sempre sendo melhor que mais um dia que termina. No fim das contas seu esforço torna-se apenas um complemento das verdadeiras lições que a vida te ensina.






ºoO Amigos, não sei quando volto! Ando numa correria e o tempo em casa sobra pra fazer outro tanto de coisas! O blog continua, mas a blogueira aqui tem de priorizar a vida do lado de fora! Beijo grande a todo carinho de sempre! :)